quinta-feira, novembro 20, 2008
Mudança de Blog
Estou migrando o meu blog para o MSDN. O novo endereço é http://blogs.msdn.com/andredias e esse blog será mantido apenas para referências futuras.
Para os que acompanham esse blog através de RSS, por favor, atualizem suas URLs.
Abraços
André Dias
quarta-feira, novembro 05, 2008
Pesquisa sobre Testes Unitários
| Respostas | 2008 | 2006 |
| Testes unitários não são executados | 17% | 13% |
| O Teste unitário é informal | 40% | 46% |
| O casos de testes são documentados | 9% | 11% |
| O casos de testes e a execução são documentados | 14% | 16% |
| Utilizamos a abordagem de TDD | 20% | 14% |
A pesquisa chegou a conclusão de que as pessoas que já faziam testes unitários, evoluíram para uma abordagem de TDD (Test Driven Development), porém as pessoas que não praticam o teste unitário possuem diversas razões, entre elas o simples fato de sentirem que o teste unitário não agrega nenhum valor ao negócio ou até mesmo por achar essa prática difícil.
Se você faz parte desse grupo de pessoas que não praticam testes, seja ele unitários ou não, pelos motivos citados acima, convido-o a conhecer um pouco do Visual Studio Team System 2008 Test Edition.
O VSTS Test Edition permite que você faça com, muita facilidade, testes unitários, testes web, testes de carga, verificação de cobertura de código, gerenciamento de test cases e muito mais. Com isso, a desculpa de que fazer teste é difícil não vale mais, mas se você ainda acha que isso não agrega valor ao seu negócio, comece a avaliar os relatórios que são gerados baseados nesses dados coletados e você conseguirá ver a qualidade do seu projeto sendo apresentada em gráficos em tempo real.
Infelizmente, tenho apenas um post publicado sobre o assunto, este falando sobre testes unitários com code coverage, mas em breve pretendo falar um pouco mais sobre essa fantástica ferramenta.
Até a próxima e bons testes.
André Dias
terça-feira, novembro 04, 2008
Entrevistas sobre o VSTS no TechEd 2008
Funcionalidades do Visual Studio
Carlos Zimmermann - Gerente de Produto do Visual Studio
Teste de aplicações web
Patrícia Mantovani - Especialista em Tecnologia, Plataforma e Ferramentas
Se você quiser conferir todas as entrevistas, acesse http://wnews.uol.com.br/site/teched/
Abraços
André Dias
Qual será o destino do LINQ to SQL?
Dois trechos me chamaram muito a atenção. O primeiro deles foi pelo lado positivo, pois a MS está trabalhando muito na evolução do Entity Framework e já está recomendando para soluções de acesso a dados.
"We’re making significant investments in the Entity Framework such that as of .NET 4.0 the Entity Framework will be our recommended data access solution for LINQ to relational scenarios"
Por outro lado, eu não esperaria muitas novidades no LINQ to SQL daqui pra frente. No máximo algumas ferramentas para tornar o desenvolvimento mais fácil e correções de bugs.
"We are listening to customers regarding LINQ to SQL and will continue to evolve the product based on feedback we receive from the community as well. "
Abraços
André Dias
segunda-feira, outubro 27, 2008
Azure Platform

Mas afinal o que é o Azure? Eu confesso que ainda não digeri toda essa informação. É um novo sistema operacional? É um novo framework? É uma nova plataforma? É uma nova forma de construir software? Parece que é tudo isso. O engraçado é que me lembro de já ter passado por isso na época do lançamento do .net, onde tinhamos o Windows .Net Server (Windows 2003), o ASP+ (asp.net), ADO+ (ado.net), web services. E a pergunta que mais se ouvia era: O que é .NET ??
Enfim, demorou mas entendi o que era .NET, naquela época aprendi a construir software de uma maneira diferente, o conceito de serviços estava mais forte do que nunca, o XML começava a ficar popular e hoje temos um novo ciclo começando, o ciclo da cloud computing e o Azure é o cara que vai tornar tornar isso possível. (ok nem tanto, ele vai facilitar a nossa vida).
Dei uma olhada muito rápida pelo Azure, mas gostei de saber que vamos ter uma infra de ESB, Access Control, Workflow prontinha para utilizarmos. Agora é só colocar um tempinho na agenda pra conseguir entender como isso funciona.
Ah lógico, esse tempinho tem que ser compartilhado com WCF, WF, Entity Framework, ADO.NET Services, SQL 2008, SSDS, Sync Framework, Velocity, VSTS 2010 ... Vai ser moleza !!!
Alias, queria entender porque a Microsoft Brasil organizou um TechEd sabendo que ia ter esse monte de novidade duas semanas depois do evento. Poderia ter um PDC Brasil daqui uns 2 ou 3 meses né ?? Facilitaria a nossa vida !
Abraços
André Dias
VSTS 2010 CTP Disponível
Diversão garantida por algumas semanas :-)
Abraços
André Dias
quinta-feira, outubro 23, 2008
Lançamento do Portal InfoQ Brasil
Evento de lançamento do InfoQ Brasil. Participe! Inscreva-se!
. O intuito é Fortalecer a Comunidade Brasileira de Desenvolvimento de Software e para celebrar este momento, nada melhor do que um encontro com os editores e alguns experts sobre os assuntos abordados no portal.Nesse evento teremos profissionais consagrados no mercado falando sobre os tópicos mais importantes abordados no portal. A grade irá abordar assuntos como Java, .NET, SOA, Ruby, Agile e Arquitetura. Todas as palestras terão um formato de painel, expondo o que há de mais recente em cada Queue.
Acesse e veja a grade de palestras...
terça-feira, outubro 21, 2008
Como manter Build Labels após excluir uma Build Definition
O problema era que quando você excluia a build definition, todas as labels aplicadas por essa build definition também eram excluídas e você perdia o recurso de obter um código fonte através de labels.
Com o lançamento do TFS 2008 SP1, o produto trouxe uma solução provisória para contornar esse problema. Basta você inserir o seguinte trecho de código no web.config do Application Tier.
<appsettings>
<add key="PreserveLabelsOnBuildDeletion" value="true">
</appsettings>
Essa solução permitirá que você escolha entre excluir ou não as labels durante a exclusão de uma build definition. Porém, é uma opção que será aplicada a todo o servidor e não por build definition.
No VSTS 2010 essa opção estará disponível através de interface visual e para cada tipo de build.
Até a próxima,
André Dias
domingo, outubro 19, 2008
Gated Checkin - Nova política de check-in do VSTS 2010
Nesta palestra, tivemos a oportunidade de ver grandes novidades do produto, tais como: “Gated Checkin” que é uma nova política de check-in que impede que um código que não compila vá para a build principal, novos diagramas da UML inclusive com validação da arquitetura contra código desenvolvido, mas o que mais me impressionou foi a nova ferramenta de testes. Finalmente teremos uma ferramenta da MS para testes em qualquer tipo de aplicação (Win Forms, Web, WPF, etc).
Infelizmente, a versão do VSTS 2010 demonstrada ainda não está pública, mas segundo o Igor, o próximo CTP estará disponível após o PDC 2008 que ocorrerá no final deste mês.
Se você ficou interessado na nova feature do Gated Check-in, já existe um projeto no CodePlex chamado TFS Check-in Validation Tool que apresenta, como uma de suas features, um recurso similar ao Gated Check-in. Ainda não efetuei testes, mas li alguns posts muito bons sobre a ferramenta.
Estarei gravando, nesta semana, dois vídeos sobre o Team Build, um comentando sobre a compilação de um projeto Java e outro avaliando o TFS Check-in Validation Tool. Aguardem.
Abraços
André Dias
sábado, outubro 11, 2008
VSTS Videos: #1 - Monitorando Workspaces
Já faz algum tempo que eu quero iniciar a publicação de uma série de vídeos sobre o VSTS, mas só agora consegui juntar todos os requisitos que eu precisava: software de gravação adequado, câmera, um bom conjunto de material (diferente do tradicional, ex: criar work items) e principalmente, tempo.
Com isso, inicio hoje a publicação do primeiro vídeo da série que está falando sobre como criar uma aplicação para monitorar downloads do Source Control através do acesso a tabela de Logs (TfsActivityLogging) do VSTS.
Os temas serão os mais variados possíveis e tratarão inicialmente de customizações e integrações com cenários reais que encontramos durante algumas implantações do VSTS nos nossos clientes. Em seguida falarei também sobre as novidades da próxima versão do produto, o VSTS 2010 (assim que a Microsoft liberar uma versão mais atual do produto para testes).
Bom, espero que vocês gostem e principalmente que comentem o vídeo e se possível, gostaria também da sugestão de alguns temas para os próximos vídeos.
Se você desejar assistir o vídeo no seu player favorito ou mesmo efetuar o download, acesse http://silverlight.services.live.com/81097/Monitorando%20Workspaces/video.wmv
update: após algumas experiências, acabei optando pela publicação no Microsoft Silverlight Streaming. Foi a melhor opção encontrada tanto em formato pequeno quanto em full screen. Valeu pela dica Alex.
Abraços
André Dias
quarta-feira, setembro 24, 2008
Você está pronto para receber o VSTS “Rosario” ?
Ok, ok! Esse suspense foi só pra chamar a atenção. Na verdade, gostaria de chamar a atenção, pois alguns produtos que são utilizados com o TFS Server 2008, não serão suportados no VSTS Rosario. Confira abaixo uma lista de modificações no produto e já vá preparando o seu ambiente para receber a próxima versão do Team System.
Sistemas Operacionais: Foi pensado em remover o suporte ao Windows Server 2003, mas a vantagem não seria significante perto dos problemas que seriam causados aos clientes. Então o VSTS Rosario irá suportar o Windows Server 2003, 2008 e futuras versões do Windows Server.
64-bit: Finalmente, suporte completo 64-bit nos servidores, no entanto, as versões seguintes aos VSTS Rosario não suportarão mais 32-bit, então fica a recomendação para você ir pensando numa futura migração nos próximos 2 anos.
Virtualização: Testes estão sendo feitos para suportar ambientes virtualizados, mas continua a recomendação de manter o SQL Server em uma máquina física.
SQL Server: Talvez a mudança mais brusca no VSTS Rosario. O produto não suportará o SQL Server 2005. Essa decisão foi tomada devido a qualidade do Reporting Services 2008 ser muuuuito superior ao RS 2005. Segundo Bryan Harry, foi uma decisão muito difícil, mas já está decidido. Pelos menos, eles estão prometendo uma qualidade muito superior nos relatórios que temos hoje. É esperar para ver.
Sharepoint: Outra mudança, mas essa é menos traumática. O Sharepoint 2.0 será descontinuado, o suporte ao Sharepoint 3.0 / 2007 será mantido e a sua instalação será opcional. Essa mudança foi realizada porque vários clientes deram feedbacks de que as funcionalidades de portal do VSTS não eram features de alta prioridade.
Project Server: Como citado no post sobre as novidades do TFS Rosario, o produto terá uma integração com o Project Server de forma nativa.
Build Server: Será necessário atualizar todos os Build Servers para o VSTS Rosario, no entanto essa alteração não terá impacto devido a melhorias nas features de compilar aplicações para diversas versões do .net framework.
Sistemas Operacionais – Client: Continua do mesmo jeito, suporte ao Windows XP, Vista, Windows 2003 e para as próximas versões do SO.
Clients: Também nada com o que se preocupar, updates para o Team Explorer 2005, 2008 e para o provider MSSCI serão lançados.
Office: O suporte ao Office 2003 será removido. Essa decisão foi tomada para permitir a inclusão de recursos de Undo no Microsoft Project e de “persistência de fórmulas” no Excel.
Você pode ver mais detalhes sobre esse documentação de “recomendações para migração” no blog do Bryan Harry.
Abraços
André Dias
terça-feira, setembro 23, 2008
Ajude o time do TFS a testar a próxima versão do produto
Bryan Krieger, Principal Program Manager do produto, comenta que o melhor cenário para testes é a utilização de bancos de dados reais que são utilizados no dia-a-dia. Ele também deixa bem claro que os bancos de dados serão utilizados apenas para testes de migração e que não serão compartilhados com times de fora do TFS Upgrade Team e que os bancos serão destruídos logo após a conclusão dos testes.
Se você possui uma boa base de projetos e está interessado em colaborar com o time do VSTS, envie um e-mail para bryan.krieger@microsoft.com solicitando mais informações.
Abraços
André Dias
Dicas de Performance - TFS: Fragmentação de Índice no SQL
A primeira coisa que a gente normalmente pensa é a rede não está legal, a VM deve estar com algum problema, precisamos trocar a memória ou processador, mas o problema pode ser muito mais simples que isso.
As vezes, acabamos esquecendo que toda essa quantidade de códigos, documentos, detalhes de build, work items ficam armazenados dentro de bancos do SQL Server e com o tempo, o índice pode ir ficando fragmentado o que deixará com certeza o TFS lento.
Uma boa prática é sempre deixar o SQL Server do TFS "tunado". Segue aqui algumas boas práticas para Desfragmentação de Índice do SQL Server. O paper foi escrito para versão 2000, mas se aplica ao 2005 também.
Abraços
André Dias
Evento Encontro Ágil 2008
11 de Outubro de 2008
IME-USP - Rua do Matão, 1010
Cidade Universitária - São Paulo
O Encontro Ágil é um evento gratuito que reunirá, por um dia inteiro, alguns dos principais nomes brasileiros do desenvolvimento ágil de software.
Dia 11 de Outubro está reservado para discussões, trocas de experiências e palestras de especialistas em Programação eXtrema, Scrum e nas metodologias mais produtivas do mercado.
Conheça os profissionais que já usam métodos ágeis. Junte-se ao grupo que está revolucionando a maneira de produzir software. Participe das discussões mais atuais do mercado, tire suas dúvidas e descubra como as técnicas ágeis podem ajudá-lo a aumentar a produtividade da sua equipe e a qualidade do seu software.
Tudo isso, no Encontro Ágil 2008. Não perca!
Abraços
André Dias
terça-feira, setembro 16, 2008
Bugs corrigidos no Team Foundation Server 2008 SP1
Além de suportar os novos servidores da Microsoft, o SP1 trouxe algumas melhorias de performance, alguns recursos interessantes como o envio de work items e queries por email e outras pequenas coisas que nos ajudam no dia-a-dia.
Mas e os bugs? O que foi corrigido com o SP1? Bom, o Brian Harry publicou recentemente uma lista de tudo o que foi corrigido. No total, houve um número de 227 bugs corrigidos que foram encontrados da seguinte forma:
| Total | Origem |
| 227 | Total Bug fixes |
| 87 | Customers |
| 62 | Testing |
| 38 | Development process |
| 30 | Dogfooding |
| 2 | Other |
Para ver a lista completa dos bugs, acesse http://blogs.msdn.com/bharry/archive/2008/09/16/team-foundation-server-2008-sp1-bug-fixes.aspx
Se você ficou interessado e deseja baixar o SP1, você pode fazer o download clicando aqui.
Abraços
André Dias
quarta-feira, setembro 03, 2008
Relatórios do VSTS desatualizados
O nosso amigo citava no e-mail que apesar deles trabalharem diariamente no Team System, atualizando código, work items, etc. Os relatórios estavam “parados no tempo” e ele me enviou uma imagem apresentando o relatório do qual estava falando. Veja que na imagem abaixo, não há informações sobre os últimos 3 dias.

Pois bem, um fato que é importante esclarecer é que o Team System não acessa os bancos relacionais onde as informações estão armazenadas para montar os relatórios. Ao invés disso, os dados dos relatórios são inseridos em um banco de dados do SQL Analysis Services (TfsWarehouse) e então em um cubo OLAP.
Como esse processo de cópia e transformação das informações para deixá-las mais simples de serem consultadas pode levar algum tempo, esse processo é agendado para ser executado a cada uma hora e existe um serviço do Windows que inicia, não só esse processo, mas como de outras tarefas agendadas do Team Foundation Server, o serviço é o Team Foundation Server Task Scheduler (TfsServerScheduler).
Os dados do relatório não estavam sendo atualizados, pois esse serviço estava parado por alguma razão e com isso, os dados não eram transferidos para o banco onde os relatórios buscavam as informações. Bastou iniciar o serviço para o problema ser resolvido.
Há ainda uma forma de forçar o processamento do warehouse sem depender do serviço do Windows. Isso pode ser feito acessando o web service http://localhost:8080/Warehouse/v1.0/WarehouseController.asmx no seu browser do Team Foundation Server, em seguida selecionando o método Run e clicando em Invoke.
Depois disso, chame o método GetWarehouseStatus no mesmo web service e você receberá uma resposta em XML que poderá ser Idle ou ProcessingOlap. Fique chamando esse método até o resultado ser Idle que significa que o processamento foi concluído e que todos os dados estarão atualizados em seus relatórios.
Enjoy your Team System
André Dias
quinta-feira, agosto 07, 2008
Como atualizar o Team System 2008
Sim é possível, mas é importante esclarecer alguns pontos antes:
- A única diferença entre o TFS Workgroup e o TFS Standard é a limitação de usuários. O acesso ao TFS Workgroup está limitado em 5 usuários.
- Você não precisa obrigatoriamente colocar o TFS no domínio para tê-lo em sua versão Standard.
Vamos aos procedimentos de migração então:
- Se você quer apenas migrar para a versão Standard sem precisar colocar a máquina no domínio, bastaria você digitar a product key do TFS no Add/Remove Programs, no entanto, há um bug que deixará os campos da product key desabilitados. Isso é facilmente contornado, rodando o setup.exe do CD. Ele cairá na mesma tela que o Add/Remove Programs, porém desta vez os campos estarão habilitados.
- Se você quer adicionar um TFS no domínio, basta seguir os passos descritos nesse blog http://blogs.msdn.com/tolong/archive/2007/01/25/promote-team-foundation-server-from-workgroup-to-domain.aspx. Eu não testei esse procedimento, no entanto, o autor descreve vários passos descritos no guia da Microsoft que ensina como migrar o TFS de um server para outro. Então, é bem provável que funcione.
No início do ano, escrevi um post relatando como foi a nossa migração do TFS 2005 Single Server, para TFS 2008 Multi Server integrado com Sharepoint Server 2007. Pra quem está com esse cenário, vale a pena a leitura.
Para mais informações consulte Team Foundation Server Upgrade Types e também How to: Upgrade from Team Foundation Server Workgroup Edition.
Abraços
André Dias
segunda-feira, agosto 04, 2008
Migrando para o Visual Studio Team System
Vamos imaginar a seguinte situação, você é um dos responsáveis pela área de TI de sua empresa, você acabou de sair de uma palestra sobre Team System e ficou fascinado com a ferramenta. Você viu o novo Source Control e sentiu vontade de jogar o seu controlador de versão atual no lixo, adorou a integração com o Sharepoint através do Portal do Projeto, ficou muito interessado no gerenciamento de work items e quando viu as dezenas de relatórios apresentando diversas métricas do seu projeto, pensou: “É tudo o que eu sempre quis!”.
Esse é o sentimento da maioria das pessoas quando conhecem o Team System pela primeira vez. O segundo sentimento e a pergunta que sempre o acompanha é “Na minha empresa eu uso Java, Eclipse, CVS, VB6, Source Safe, ClearQuest, ferramentas proprietárias, etc. Como faço pra substituir tudo isso pelo Team System? É possível?”.
Bom, se não fosse possível ou se o produto não fosse tão bom, eu não estaria fazendo toda essa propaganda, não é mesmo? Vamos ver abaixo então alguns cenários e como resolvê-los.
Cenário 1: Migrando Work Items do ClearQuest para o Team System
Existe uma ferramenta que vem com o próprio Team System chamada CQConverter. Essa ferramenta permite fazer a conversão do ClearQuest schema, defeitos e controle de mudança para o Team System. Há um documento bem detalhado chamado Migrating Source Control and Defect or Change Tracking to Team Foundation que mostra o todo o processo de migração além de guias passo a passo mostrando como executá-lo.
Cenário 2: Migrando Work Items de uma ferramenta proprietária para o Team System
Para migrar os dados de uma ferramenta proprietária, você terá um pouco mais de trabalho, já que terá que “meter a mão na massa”, mas nada muito complexo. O Team Foundation Server oferece um SDK bastante completo que te permite fazer praticamente tudo através de código .Net.
Basicamente, você precisará escrever um programa que fará a leitura do Data Source de sua ferramenta proprietária e copiar esses dados para o Team System usando o SDK. Veja abaixo um exemplo de como criar Work Item através do C#.
//Adicionar essas referencias
Microsoft.TeamFoundation.Client;
Microsoft.TeamFoundation.WorkItemTracking.Client
//TFS
NetworkCredential teamFoundationCredential = new NetworkCredential(”sUserName”, “sPassword”);
TeamFoundationServer tfs = new TeamFoundationServer(”http://yourServer:8080″, teamFoundationCredential);
tfs.EnsureAuthenticated();
WorkItemStore workItemStore = (WorkItemStore)tfs.GetService(typeof(WorkItemStore));
Project tfsProject = workItemStore.Projects[sProjectName];
WorkItemType wiType = tfsProject.WorkItemTypes[”Requirement”];
WorkItem workItem = new WorkItem(wiType);
workItem.Title = “Title”;
workItem.Description = “Desc”;
workItem.Fields[”Requirement Type”].Value = “functional”;
workItem.State = “Proposed”;
workItem.Reason = “New”;
workItem.Fields[”Triage”].Value = “triaged”;
workItem.Fields[”Assigned to”].Value = “production”;
workItem.Links.Add(new Hyperlink(@”C:\bla.txt”));
workItem.Save();
Cenário 3: Migrando Código Fonte do Source Safe para o Team System
No cenário 1, vimos que o Team System já vem com uma ferramenta nativa para efetuar a migração de Work Items do ClearQuest. Ele traz também outro conversor chamado VSSConverter que permite fazer a migração de arquivos do Source Safe para o Team System. Todo o procedimento pode ser visto neste artigo http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms253186.aspx
Cenário 4: Migrando Código Fonte do StarTeam / CVS para o Team System
Uma empresa parceira da Microsoft criou recentemente uma ferramenta de migração chamada Timely Migration. Essa ferramenta te ajudará a migrar projetos do CVS ou StarTeam para o Team System.
De acordo com o site do produto, ele é capaz de migrar Branches, Labels e todo o histórico sem perda nenhuma de dados.
Cenário 5: Utilizando o Eclipse com o Team System
Já fiz um post sobre isso, mas acho interessante referenciá-lo aqui novamente apenas para termos a cobertura de vários cenários de migração e integração. Confiram em http://andrediasbr.blogspot.com/2008/07/utilizando-team-system-com-eclipse.html
Cenário 6: Utilizando VB6, Visual C++ 6.0, Enterprise Architect 6.1 e outros com o Team System
Mais uma vez, um cenário que eu já tinha abordado aqui no blog. O único detalhe é que o post comenta sobre o plug-in para se conectar ao VSTS 2005. Para utilizar esses clients com o VSTS 2008 acesse Visual Studio Team System 2008 Team Foundation Server MSSCCI Provider.
Bom, acredito que esses 6 cenários cobrem a maioria das necessidades das empresas, mas se você tiver algum outro, entre em contato que tentaremos achar outras soluções.
Abraços
André Dias
sexta-feira, agosto 01, 2008
Promo Code: TS: Windows Essential Business Server 2008, Configuring
Preparation Guide: http://www.microsoft.com/learning/en/us/exams/70-654.mspx
Exam Code: 71-654
Exam Name: TS: Windows Essential Business Server 2008, Configuring
Credit: MCTS: Windows Essential Business Server 2008, Configuration
Registration: http://www.prometric.com
Promo Code: EBS08
Abraços
André Dias
quinta-feira, julho 31, 2008
O Custo de um Bug
É! Eu já ouvi isso, e ouvi pessoas dizendo que ferramentas de ALM (Application Lifecycle Management) são bobagens também. Que tal perguntarem o que a Dell acha disso? Isso mesmo, a Dell! Ela conseguiu um ROI de “apenas” 225% em “apenas” 6 meses de implantação do Team System . Quem quiser consultar mais detalhes desse caso de sucesso acesse ROI CASE STUDY MICROSOFT VISUAL STUDIO TEAM SYSTEM DELL
Bom, já vimos que há pessoas que acham que testes são caros, ferramentas, como o Team System, são caras, vamos tentar entender quanto custa um simples bug no seu sistema. Vamos lá.
Cenário 1 : Bug encontrado durante o desenvolvimento
Este cenário é o ideal. O desenvolvedor escreve o código, cria os testes unitários, verifica que alguns métodos estão com erros, os corrige e pronto. Desde que ele termine dentro do prazo, o meu custo adicional é zero.
Cenário 2 : Bug encontrado durante a fase de homologação
Desta vez o desenvolvedor também foi cuidadoso, no entanto, ele não testou uma integração do código que ele acabou de desenvolver com outro código já existente. Isso vai gerar erro de integração. O testador vai identificar o erro, registrá-lo, colocar os passos para reprodução e outras informações necessárias, esse bug será triado por um team leader, que encaminhará para um programador que precisará entender o que é esse bug, tentará reproduzi-lo para depois corrigir e só então gerar uma nova build para ser publicada. Ah, o testador terá que verificar se o bug foi realmente corrigido.
Bom, estimando isso em horas, podemos colocar 2 horas para o testador, mais 3 horas do desenvolvedor e do team leader. Se assumirmos uma valor médio de R$ 40,00 por hora, já temos um prejuízo de R$ 200,00 com apenas um bug.
Você deve estar pensando naquela sua planilha lotada deles né? Acertei? Que coisa!
Cenário 3 : Bug encontrado em produção
Dessa vez vamos falar do pior cenário, o cliente achou o bug. Primeiro que você vai ouvir um monte de abobrinha do cliente, e com razão. Você vai ter que dar um suporte telefônico pra ele, tentar entender o que ele está dizendo, dificilmente você terá um cenário igual ao dele, você perderá tempo montando o cenário, depois que conseguir reproduzir o bug irá registrá-lo, o programador terá que entender, corrigir, gerar uma build, ir pra teste, publicar no cliente, testar novamente. Ufa!!! Nessa brincadeira, você perdeu tempo do gerente do projeto, analista de negócio, team leader, programador, testador e do implantador.
Assumindo duas horas pra cada recurso, que ainda é pouco, e um valor médio, dessa vez ,de R$ 50,00 por hora, afinal gerente e analista ganham bem :-) A brincadeira ficou R$ 600,00. Bugzinho caro né?
Vamos fazer uma continha simples agora. 15 bugs por mês no cenário 2, mais 2 bugs do cenário 3 e no final de um ano temos um gasto com bugs em apenas um projeto de R$ 50.400,00.
Resumindo:
Bugs em um ano de projeto: R$ 50.400,00
Licença do Team System: Menos de US$ 15.000,00 (se for parceiro, pode ser até free)
Ver seu cliente feliz com o sistema sem bugs e renovando contratos: não tem preço
Impressionante como a implantação do Team System e os testes unitários no cronograma ficaram baratos de repente.
Um grande abraço
André Dias